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Editorial O umbigo como horizonte

J.-M. Nobre-Correia

Para o observador atento, era evidente que as televisões ditas “nacionais” eram essencialmente lisboetas. Um estudo recente vem demonstrar que o resto do país quase não existe…

Análise Uma estratégia de desvalorização

Isaura Reis, professora no Agrupamento de Escolas Gardunha e Xisto, Fundão

Uma análise atenta dos resultados do programa Pisa da OCDE referentes à literacia matemática permite constatar uma evolução positiva que não pode ser ignorada nem deturpada por meros calculismos partidários

Reflexão Outras fronteiras, novos desafios

Domingos Vaz, professor na Universidade de Beira Interior (UBI)

O desenvolvimento do “Interior” supõe a saída de uma cultura de fatalismo e assistencialismo, assim como a conceção de uma nova geografia capaz de contrariar as dinâmicas regressivas

Reflexão Os desafios e os recursos

Domingos Santos, professor no Instituto Politécnico de Castelo Branco

Cumprido o ciclo de construção de obras públicas, as autarquias locais defrontam-se com uma profusão de novas urgências, quando a exiguidade dos meios é evidente…

Reflexão Dar coerência ao sistema

J.-M. Nobre-Correia, professor emérito da Université Libre de Bruxelles (ULB)

O atual enquadramento legal das eleições autárquicas, da composição dos executivos municipais como das juntas de freguesia, encerra de facto a democracia representativa num espartilho demasiado dirigista, autoritário…

Escritas O dia em que os tipos da troika fugiram

Fernando Paulouro Neves *

Muitos anos depois, os leitores que no silêncio dos arquivos, por acaso, deixam cair os olhos cansados sobre as crónicas dos acontecimentos de Junho de 2014, ainda suspendem a respiração e se interrogam como aquilo aconteceu.

Escritas Crónica de Natal

Eduardo Maia Costa

No Fundão da minha infância, nesses remotos anos 50, pelo Natal os meninos escreviam ao Menino Jesus a pedir prendas. Bem, nem todos os meninos, é certo…

Imagens Pedras que falam…

Diamantino Gonçalves, fotógrafo

Nas penedias da Beira há música, melodia que talvez só mesmo um beirão poderá entender. Ecos de cinzel chegaram às Sés da Guarda ou de Castelo Branco como a altares de modestas igrejas ou capelas, a balcões de mansões nobres como de casebres populares.